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Jogo originário da Índia
e do Ceilão. É caracterizado por uma desproporção
de forças, onde um número grande de peças
(os "cordeiros" ou "vacas" ou "cães")
tentam imobilizar as peças do adversário
em menor número (os "tigres" ou "leopardos"
ou "lobos"). Conhecido por inúmeros
outros nomes, no nosso caso é nomeado por Shinga
por ser comum entre os singaleses. As peças representam
as "vacas", animais sagrados na região,
em número de 24, e os leopardos, em número
de 2. Os "leopardos" vencem se capturarem
todas as "vacas"; estas vencem se imobilizarem
os "leopardos".
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A forma do tabuleiro pode ser variada,
mas se caracteriza sempre por linhas que se entrecruzam,
como no caso do tabuleiro do Alquerque. Para tabuleiros
menores, menor é o número de peças
em jogo, como no caso do tabuleiro do Hat-Diviyan-Keliya,
que pode ser traduzido como "Jogo dos sete leopardos",
disputado em um tabuleiro triangular, com somente 10
casas, onde existem 1 tigre e 7 leopardos.
O tabuleiro que eu tenho, faz parte
da coleção dos "Jogos da Terra".
A fim de ter uma base melhor para jogar com ele, mandei
emoldurá-lo como um "pôster".
Este tabuleiro se presta também
para o jogo de nome "The sixteen soldiers"
(não sei se existe um nome em português
para o jogo) em que, ao contrário do Singha,
forças iguais se defrontam, mais ou menos como
num jogo de damas. Como no jogo de damas, aqui vence
quem capturar todas as peças do adversário.
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